quarta-feira, 20 de junho de 2018

- Exposição -



Prestigie a "Exposição de Esculturas" do artista plástico Gilberto Gomes, exposta no Museu Regional do Norte de Minas - MRNM. , no Corredor Cultural.

- CONVITE -

                    - MOSTRA ARTÍSTICA: "VOLTA AO MUNDO" -


Nesta quinta-feira, dia 20.06.2018, às 20h00, no Centro Cultural Hermes de Paula, o Rosarte Instituto Arte&Movimento (Mari Cardoso e grupo) estará apresentando a "Mostra Artística Volta ao mundo em uma hora", com o objetivo de oferecer ao público uma mostra da cultura de todas as partes do mundo, por meio da dança e de outros meios artísticos, visamos inserir o público numa história envolvente, pelo tempo e pelos continentes....

Participe!...

quarta-feira, 13 de junho de 2018

- DIA DE SANTO ANTÔNIO -

Santo Antônio

Oração -

A vós, Antônio, cheio de amor a Deus e aos homens, que tiveste a sorte de estreitar entre teus braços ao Menino-Deus, a ti cheio de confiança, recorro na presente tribulação que me acompanha (diga o problema que o aflige).

Peço-te também por meus irmãos mais necessitados, pelos que sofrem e pelos oprimidos, pelos marginalizados e aqueles que, hoje, mais necessitam de sua proteção. Fazei com que nos amemos todos como irmãos e que no mundo haja amor e não ódio. Ajudai-nos a viver a mensagem de Cristo.

Vós, em presença do Senhor Jesus, não cesses de interceder a Ele, com Ele e por Ele a nosso favor ante o Pai.

Amém.

Ato de consagração a Santo Antônio -

Ó, grande e bem-amado Santo Antônio de Pádua, vosso amor a Deus e ao próximo, vosso exemplo de vida cristã, fizeram de vós um dos maiores santos da Igreja. Eu vos suplico tomar sob vossa proteção valiosa minhas ocupações, empreendimentos e toda a minha vida.

Estou persuadido de que nenhum mal poderá me atingir enquanto eu estiver sob vossa proteção. Protegei-me e defendei-me, pois sou um pobre pecador. Recomendai minhas necessidades e apresentai-vos como meu medianeiro a Jesus, a quem tanto amais.

Por vosso mérito, Ele aumente minha fé e caridade, console-me nos sofrimentos, livre-me de todo mal e não me deixe sucumbir na tentação.

Ó Deus poderoso, livrai-me de todo perigo do corpo e da alma. Auxiliado continuamente por vós, possa viver na cristandade e santamente morrer.

Amém.

Viva Santo Antônio!!!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

- Oração -

                                                                                                      Canção Nova

Maria, passa na frente e vai abrindo estradas, portas e portões, abrindo casas e corações.
A Mãe indo à frente, os filhos estão protegidos e seguem teus passos. Ela leva todos os filhos sob sua proteção.

Maria, passa na frente e resolve aquilo que somos incapazes de resolver. Mãe, cuida de tudo que não está ao nosso alcance. Tu tens poderes para isso.
Vai Mãe, vai acalmando, serenando e amansando os corações, vai acabando com o ódio, os rancores, mágoas e maldições.

Maria, vai terminando com as dificuldades, tristezas e tentações, vai tirando seus filhos das perdições. Maria, passa na frente e cuida de todos os detalhes, cuida, ajuda e protege a todos os seus filhos. Maria Tu és a Mãe também porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e as portas nos caminhos. Maria, eu te peço, passa na frente e vai conduzindo, levando, ajudando e curando os filhos que precisam de Ti.

Ninguém pode dizer que foi decepcionado por Ti, depois de ter chamado ou invocado. Só tu, com o poder de teu Filho, pode resolver as coisas difíceis e impossíveis. Nossa Senhora, faço esta oração pedindo a tua proteção, rezando um Pai-Nosso e três Ave- Marias.

Amém.

- Cultura -

MÃOS DADAS EM PROL DA CULTURA 
Por Betto Velloso*

Betto Velloso
Como se sabe, quando um país domina o outro, a primeira providência é exterminar a cultura do povo. Sem ela, tal identidade simplesmente desaparece, dissolve-se, deixando ali, como consequência, uma amorfa massa humana, fácil de ser manipulada.

As Festas de Agosto desapareceriam, o Banzé não mais sorriria, nem cantaria e muito menos dançaria e nem pensar em viajar pras "Zoropa".

O Cândido Canela e o Téo Azevedo seriam silenciados. O Bumba-meu-Boi e tantas outras manifestações culturais populares, que fazem com que o sertanejo seja um homem forte, estariam proibidas de acontecer.

Daí ser imperativo o reconhecimento, incentivo e preservação da nossa cultura popular, de sorte que as gerações futuras sintam-se não só herdeiras, mas também valedoras deste gigantesco e precioso tesouro.

Que as políticas públicas e a classe empresarial de Montes Claros se unam para defender e apoiar o nosso Patrimônio Cultural!...

* Ator de Teatro, Cinema e TV - Autor de "O Pecado da Maçã" (Virtual).

- Homenagem -

 - TÍTULO DE CIDADÃ HONORÁRIA DE MONTES CLAROS:
DRA. ALUISIA BERALDO RIBEIRO 

Simião Ribeiro Pires Filho, Aluísia Beraldo, Eduardo Pires e Raquel Mendonça

A grande e admirada Promotora de Justiça da 7ª Promotoria de Justiça da Comarca de Montes Claros/MPMG, responsável pelas áreas de Patrimônio Histórico, Meio Ambiente, Conflitos Agrários e outras, recebeu, no último dia 25 de maio, no plenário da Câmara Municipal de Montes Claros, o justo e merecido título de "Cidadã Honorária de Montes Claros", em super concorrida solenidade! Na foto, Aluísia Beraldo Ribeiro com esta Jornalista e Gerente de Preservação e Promoção do Patrimônio Cultural, Raquel Mendonça, e os filhos do saudoso e grande arqueólogo, ambientalista, historiador e escritor - além de ex Prefeito - Simeão Ribeiro Pires (Simeão Ribeiro Pires Filho e Eduardo Pires), cujo trabalho e luta pela preservação do patrimônio ambiental e cultural do Norte de Minas, em especial pelo Parque Estadual da Lapa Grande, são reconhecidos pela 7ª PJMOC! Autor de "Raízes de Minas" e outros, Simeão Ribeiro Pires foi um dos fundadores do atuante Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Montes Claros - COMPHAC, em 1985, junto a Raquel, Virgílio Abreu de Paula e Arthur Jardim de Castro Gomes. 

Abaixo, o belo e brilhante discurso de agradecimento de Aluísia Beraldo Ribeiro.

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"Saudações...

Escreveu o engenheiro, ex-prefeito e vereador de Montes Claros, professor e membro da Academia Montesclarense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, o ambientalista Simeão Ribeiro Pires, em sua obra: Gorutuba, O Padre e a Bala de Ouro:

“É que as terras do SERTÃO eram distantes, sem leis precisas, difusas que se tornavam pelas lonjuras, vivendo ao sabor dos grupos familiares, nas grandes ambições dos bens materiais, sem limites nem fronteiras.
(...)
Sofria o martírio das secas, com seus rios ainda selvagens nos aguaceiros incontidos, ou então, na visão das quadras de longas estiagens, desnudos, por inteiramente secos, matizados aqui e ali com os mosaicos dos beijus colossais na argila fendida.
(...)
Mesmo na vida de hoje, ainda tranquila nos povoados do Sertão, aparecem, naturalmente, nos encontros alegres em noites estreladas, os contadores de estórias, ouvidas com grande interesse pelos mais novos, sob forma de prosa ou até de versos repentistas, ao som das violas sertanejas.
Nota-se sempre interesse vivo pelo desvendar do passado, que ainda não se apagou de todo na memória sertaneja.
(...)
Em verdade, tem razão João Guimarães Rosa: ‘O SERTÃO é uma enorme espera...’.”
Já no início de minha carreira, após o exercício de pouco mais de 3 meses na região central de Minas, em São João Evangelista, no ano de 2004, acabei me titularizando na comarca de Januária, onde pude conhecer mais de perto a realidade destas longínquas terras do Estado de Minas Gerais, para onde sonhara, um dia, trabalhar e conhecer outros sertões.

Desde muito pequena, ainda em Passos, cidade onde vivi minha infância e adolescência até os 18 anos, sempre tive em mente que o homem deve ter muitos horizontes, que façam dele um ser humano destemido e audaz, na busca precípua de sua realização pessoal, ética e moral para, deste modo, servir à sociedade e marcar, assim, sua trajetória de vida.

Encorajada por uma paixão: os livros, acabei optando pelo curso de Direito, que concluí na Casa de Afonso Pena, pela Universidade Federal de Minas Gerais, no ano de 1996. Residindo na capital mineira desde 1990 até o ano de 2003, ainda me aventurei na advocacia criminal, onde pude combater a criminalidade na defesa dos valorosos membros da gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais, para cuja associação de praças advoguei por quase dois anos.

Servidora pública do Tribunal de Contas de Minas durante sete anos, dividi minhas funções entre a advocacia e a dedicação aos estudos e à criminologia, quando me formei criminóloga pela Academia de Polícia Civil do Estado, abrindo um pouco mais meus horizontes para a defesa da sociedade, encorajando-me a dedicar, finalmente, ao concurso de Promotor de Justiça, buscando no combate à criminalidade meu principal objetivo.

Aprovada em 2003, já como promotora titular na comarca de Januária em 2004, em meio à natureza exuberante e aos apelos sertanejos do Rio São Francisco, acabei me afeiçoando aos trabalhos ali exercidos, especialmente às questões ambientais, onde tive contato com a riqueza e a cultura, mas também com as agruras e o sofrimento do povo Norte Mineiro.

Durante breve trajetória naquelas cercanias, acabei atrelando para sempre meu destino e minha vida a essa afeiçoada terra, onde laços de amor me unem à família que aqui formei, e ao meu trabalho, ao qual pude me devotar e concretizar meus objetivos, após breve retorno à capital mineira, onde atuei na região metropolitana, mais uma vez, auxiliando no combate à criminalidade, tarefa precípua de um promotor de justiça, cujas raízes primeiras são a identificação com a defesa da vida solapada pelo crime.

A partir de então, desde novembro de 2006, exerci nos Montes Claros, que hoje me honra por meio da casa de seu venerável povo, este valioso múnus do qual fui incumbida quando ingressei na carreira. Quando um agente do Estado é percebido pela sociedade, por meio de seus representantes, com o reconhecimento por seu trabalho, essa honraria destina-se, entendo, não à pessoa, mas à Instituição a que pertence, pelo exercício contínuo do rol de deveres que lhe impõe posturas como retidão, equilíbrio e austeridade que marcam sua carreira.

Mas não só de austeridade vive uma promotoria; nesta jornada pude compreender que o respeito, a cordialidade e a gentileza devem ser destinados a todos os cidadãos, indistintamente, sejam eles vítimas ou criminosos, representantes ou representados, reclamantes ou degradadores, porque na ausência destes sentimentos, o trabalho se torna mais árduo e as soluções mais distantes...

Padre Antonio Vieira, sempre atual, talvez hoje mais do que nunca, em seus Sermões, trecho colhido do Sermão de Santo Antonio, na cidade de São Luís do Maranhão, em 1654, pregava: “Vós, diz Cristo Senhor nosso, falando com os Pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra, o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção, mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os Pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os Pregadores dizem uma coisa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem; ou é porque o sal não salga, e os Pregadores se pregam a si, e não a Cristo, ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda mal.”

Na espera destes rincões do Sertão de Guimarães Rosa, aprendi que o sal da terra se espalha com maior brandura pela bondade do povo Norte Mineiro, muitas vezes por sua carência na busca de Justiça, ou por sua singela necessidade de ser ouvido e assistido. Foi então que já há muito tempo, troquei minha antiga paixão pelos livros, pela, nem sempre fácil, capacidade de ouvir, ouvir as necessidades, as degradações, o desrespeito e toda sorte de demandas que chegavam à 7ª Promotoria, onde exerci, com humildade e amor minhas funções, mesmo porque, embora saiba que a Instituição esteja sempre acima de nossos interesses pessoais ou preferências por determinados temas, amamos o que fazemos e procuramos ser, pretensiosos, o sal da terra.

Durante estes quase 12 anos em Montes Claros, atuei, com o auxílio imprescindível e valioso da minha família e dos meus parceiros, enfrentando com garra e entusiasmo os desafios que me foram propostos; muitos bem sucedidos, outros nem tanto (ainda), mas todos, absolutamente todos, com inabalável ternura, sobretudo acreditando que temas como a defesa do meio ambiente merecem sucesso.

Aprendi a duras penas que a proteção ambiental dá-se pelas pequenas e óbvias ações e que muito fazemos, se fizermos um pouco todos os dias, como hábito sagrado: separando o lixo, economizando água e outros tantos comportamentos  para aquela que considero a única e decente saída para o binômio Humanidade & Natureza: a educação ambiental.

Roger Scruton, em Filosofia Verde lança-nos o desafio: “Há uma lição para os ambientalistas. Nenhum projeto de larga escala terá êxito se não estiver enraizado no raciocínio prático de pequena escala. Somos nós que temos que agir, criar consenso e trabalhar em conjunto as decisões tomadas em nosso nome, fazendo o sacrifício necessário para o bem das futuras gerações. (...) Precisamos desmontar o global e montar no local, para que possamos identificar os problemas como realmente nossos, com os meios que podemos controlar e com os motivos nos quais acreditamos. Isso pressupõe o esclarecimento de quem somos e porque estamos juntos e comprometidos com nossa sobrevivência. (...) os seres humanos são criaturas de afeições limitadas (afeições locais), das quais a melhor é a lealdade territorial, que os leva a viver em paz com os estrangeiros, honrar os mortos e preparar o terreno para aqueles que os substituirão como inquilinos terrestres.”

Nesta preciosa lição, curvo-me àqueles que reconhecem que sem um depurado processo educativo não atingiremos o bem comum, finalidade intrínseca do Direito e consectário do conceito de Justiça, dando a cada um o que lhe pertence, na medida em que reconhecemos, como cidadãos, em primeiro lugar nossos deveres, posteriormente os direitos, para sermos, então, capazes de respeitar o próximo, inclusive nesta delicada relação homem – natureza.

Neste equilíbrio reside a sustentabilidade, sem a qual a humanidade pereceria, ou ainda perecerá, enfim.

Assim, inebriada pelo lisonjeiro título de cidadã honorária, tenho muito a agradecer, aos edis que me honraram com tão profundo reconhecimento, por ações que não teriam sido possíveis sem a participação decisiva de inúmeros atores, que mais uma vez nomeio meus parceiros. Eles (vocês) são muitos, servidores, colaboradores, integrantes dos órgãos ambientais oficiais, organizações não governamentais, profissionais e autoridades, colegas, magistrados, todos de alguma forma envolvidos com a causa ambiental; cito ainda o cidadão que denuncia, consciente e comprometido e também o que é denunciado, quem, muitas vezes vi acabar aderindo a esta nobre tarefa: cuidar, preservar.
Digo-lhes que mesmo que todos estes parceiros fossem manifestos, esta sintonia que garantiu o sucesso de muitas ações de preservação não seria possível sem um elemento que reputo inafastável: cada um de nós, participando deste longo processo de ação e reeducação para preservar, agiu sim apoiado na legislação vigente, mas agiu, sobretudo, com o coração. O sentimento que permeia todas as nossas ações empreendidas, tenham sido elas fiscalizatórias, punitivas, judiciais ou extrajudicias, de conservação e proteção, foram entrelaçadas com a maior expressão que o coração poderia nos provocar.

Rui Barbosa define em Oração aos Moços com maestria o vocábulo: “(...) O coração não é tão frívolo, tão exterior, tão carnal quanto se cuida. Há, nele, mais que um assombro fisiológico: um prodígio moral. É o órgão da fé, o órgão da esperança, o órgão do ideal. Vê, por isso, com os olhos d’alma, o que não veem os do corpo. Vê ao longe, vê em ausência, vê no invisível, e até no infinito vê. Onde para o cérebro de ver, outorgou-lhe o Senhor que ainda veja; e não se sabe até onde. Até onde chegam as vibrações do sentimento, até onde se somem os voos da crença: até Deus mesmo, inviso como os panoramas mais íntimos do coração, mas presente ao céu e à terra, a todos nós presente, enquanto nos palpite, incorrupto, no seio, o músculo da vida e da nobreza e da bondade humana.”

Digo, por fim, a todos aqui presentes, à minha família, meu marido, (que teve nesta atuação participação indefectível), minhas filhas, minha mãe, a vocês meus amigos, agradecendo mais uma vez esta homenagem, que sempre honrarei, como filha adotada, Montes Claros; onde pude aprender e exercer o árduo e gratificante dia a dia de uma promotora de justiça, e que o fiz com a razão, sem dúvidas, mas o fiz, sobretudo, com o coração repleto de entusiasmo e dedicação aos trabalhos que me foram requeridos. 

Muito obrigada! "

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terça-feira, 5 de junho de 2018

"CACHAÇARIA DE DURÃES"


PRONTA PARA REINAUGURAÇÃO 

Situada na Rua Justino Câmara, n°s. 67/69 - Entorno Histórico Nobre da cidade,  inventariada pelo estado, através do IEPHA/MG - Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, dentro do 1° Inventário de Proteção do Acervo Cultural de Minas Gerais- IPAC/MONTES CLAROS, realizado na cidade em 1985, nas áreas de história, arquitetura, bens móveis, arte aplicada, espeleologia e arqueologia, que aponta o seguinte sobre esta histórica edificação: "a edificação de n°s. 67 e 69 conjugam mesma cobertura e pano de fachada, enquadramento deste por cunhais de madeira. A cobertura, em telhas curvas, apresenta galbo e beiral sobre guarda-pó. Os vãos são emoldurados em verga reta e vedados em folhas de abrir de madeira, tipo calha".

Algumas fotos da bela e-nova "Cachaçaria de Durães"




Clique na imagem para ampliar
As primorosas obras de recuperação e restauração do prédio histórico, realizadas com base em projeto do arquiteto urbanista Sidcley Barbosa e da Designer Gráfico Cecília Lenoir, e com ênfase na conservação da fachada, por se tratar de bem imóvel inventariado e não tombado pelo município e/ou estado, receberam a orientação, acompanhamento e fiscalização da Gerência de Preservação e Promoção do Patrimônio Cultural de Montes Claros da Secretaria Municipal de Cultura/Prefeitura de Montes Claros, com o nosso nome a frente.

Destaque para o seu proprietário, Dr. Wagner Gonçalves Lafetá Rabello, que atendeu a todas as determinações da 7ª PJMOC/MPMG (Aluísia Beraldo Ribeiro) e, em repeito ao Termo de Ajustamento de Conduta - TAC, celebrado com a Promotoria de Justiça do Patrimônio Histórico, deverá alugar a edificação para fins culturais - belo espaço cultural, certamente -, com acesso ao público, através da Charles Imóveis. O engenheiro civil encarregado das obras de restauro foi o Sr. Herculino Rabello e o Chefe de Obras o Sr. José Pimenta, que contou com a colaboração de seu irmão, Geraldo, e de toda a sua super eficiente equipe!...

Palmas a todos os responsáveis! O Centro Histórico da cidade já está comemorando mais esta conquista! Que venham outras mais!...

segunda-feira, 28 de maio de 2018

RAINHA NZINGA - Troféu 2018

No último dia 25 de maio, às 19h00, realizou-se, no Museu Regional do Norte de Minas - MRNM, a solenidade de entrega do "Troféu Rainha Nzinga 2018", sob a coordenação do NEAFRO - Tambores dos Montes - Núcleo de Estudos das Relações Étnico Raciais, que tem à frente o nome de Hilário Bispo.

Em reconhecimento ao seu trabalho em defesa da promoção da igualdade de gênero e raça, participação na educação e nos movimentos sociais, desempenho e contribuição com a cultura de matriz africana no Brasil, foram homenageadas as seguintes mulheres: Ana Paula Silva, Ângela Nunes dos Santos, Arísia Barros, Beatriz Aparecida Souza Ferreira, Brena Natani, Diva Moreira, Eliana Cardoso Santos, Erinalda Feliciana, Eurides França, Flávia de Luna Souza Gonçalves, Iva de Jesus Nobre, Ivonete de Jesus Nobre, Jéssica Rodrigues Mendes, Julianny Ferreira de Souza, Júnia Bertolino, Jussara de Cássia Soares Lopes, Letícia Gabriela Santos Silva, Lucidalva de Oliveira, Mãe Dália (Maria Dália Clemência da Silva), Margareth Rose Santos Alves, Margot Ramalhete, Maria Adelina Braz, Maria Amélia Gomes de Souza, Maria Bernadete Marques de Souza, Maria do Rosário Santos, Marly Ferreira, Noêmia Cornélio, Polyana Cristina Sollano, Rejane Soares, Rita Suely Bento, Rosália Diogo, Rosângela Pereira, Telma Borges, Silvânia Dias de Oliveira, Tia Elza, Valéria Assis, Vânia Lúcia Ribeiro da Silva, Vera Lúcia de Freitas e Vera Lúcia Oliveira dos Santos.

Na luta em defesa da política anti racista, o Neafro - Tambores dos Montes - sempre pautou pela promoção da igualdade racial, pela garantia dos direitos individuais coletivos, em várias frentes. Em consonância com a agenda nacional, a pauta atual do Neafro propõe discutir, refletir e construir, com os diversos movimentos sociais, uma agenda unificada em defesa da soberania nacional. Para as comemorações do Mês da Consciência Negra, o NEAFRO instituiu, em 2015, o "Troféu Rainha Nzinga, numa referência à grande guerreira e mulher africana, na luta e resistência contra o coronelismo português. A rainha do Ndongo, atual Angola, Nzinga Mbandi (1582-1663), símbolo da resistência africana à colonização, que entrou para a história como combatente destemida, exímia estrategista militar e diplomata astuciosa.

Ainda segundo Hilário Bispo, nesta última edição, o "Troféu Rainha Nzinga" prestou uma homenagem às mulheres que hoje representam este mesmo ideal de uma sociedade mais justa e humanitária, em defesa de gênero e raça, visando dar visibilidade a estas mulheres guerreiras, em reconhecimento ao seu trabalho por um mundo mais igualitário.

O PROTAGONISMO DA MULHER NEGRA

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